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por Vivo Seu Dinheiro

Chegou ao fundo do poço das dívidas? Tem solução

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As contas se acumularam de tal forma que não há nada que possa fazer para colocá-las em dia. Você já perdeu noites de sono, já cogitou todas as possibilidades de sair do vermelho, mas não vê solução. Quer uma dica? Mantenha a calma. Ainda que se veja no fundo do poço, é possível encontrar o caminho de reencontro com a saúde financeira.

Casal conhece o fundo do poço

Fuga do vermelho depende de novos hábitos financeiros e melhor controle de gastos. Foto: iStock, Getty Images

5 passos para sair do fundo do poço

Quer se ver livre dessa situação incômoda? Veja como fugir das dívidas, por pior que elas sejam, com cinco dicas de ouro:

Melhore sua organização

Educadores financeiros indicam que é preciso seguir uma certa ordem para eliminar as dívidas. E tudo começa pela organização. Comece anotando as despesas (todas elas, das menores às que mais impactam no seu orçamento) e liste também as dívidas, com seus respectivos valores.

Corte gastos

Assim que conseguir ter o raio-X dos seus gastos, preferencialmente em uma planilha, analise o que pode ser cortado ou reduzido. Em momentos de aperto financeiro, nem pense em manter o padrão de vida. Corte tudo o que não for essencial (assinatura de jornais e revistas, por exemplo) e faça o possível para reduzir as contas necessárias (luz, gás, telefone).

Encontre uma segunda fonte de renda

O seu salário não é mais suficiente para suprir as despesas? O jeito, então, é pensar em uma fonte de renda alternativa. Ainda que você não possa assumir um segundo emprego, sempre há uma forma de engordar o caixa – seja fazendo algo para vender (ou comprando produtos para revender) ou prestando algum serviço aos amigos, parentes e vizinhos.

Renegocie dívidas

Se você cumpriu todas as etapas anteriores, já pode começar a entrar em contato com seus credores para renegociar suas dívidas e tirar o nome do vermelho. Veja as sugestões abaixo:

  • Bancos: conversar com seu gerente é sempre a melhor opção. Vá pessoalmente à agência (já com uma ideia de quanto pode pagar por mês) e renegocie. As instituições costumam oferecer bons descontos. Muitas vezes, retiram boa parte dos juros.
  • Comércio: procure o credor de forma direta. Ao ser atendido em um call center, a primeira oferta não costuma ser satisfatória. Por isso, peça para falar diretamente com o setor de cobrança. Verifique qual seria o valor à vista. Muitas vezes, compensa fazer um empréstimo no banco, com juros menores, para quitar o débito.
  • Cartão de crédito: para não se endividar, evite pagar o valor mínimo da fatura. Se isso já ocorreu, entenda como é feita a cobrança, quais as taxas e como funciona o juro rotativo, que é o mais caro da modalidade. Pagar à vista sempre vale a pena.
  • Assessorias: quando a dívida é terceirizada para uma assessoria de cobrança, busque aproveitar as oportunidades. Essas empresas, geralmente, oferecem grandes descontos na negociação.

Faça uma reserva financeira

A última etapa – e uma das mais importantes – para manter o controle das finanças é seguir com as planilhas de despesas e começar uma reserva financeira. Ter um dinheiro sobrando é a garantia de que você não vai entrar em novas dívidas no primeiro imprevisto.

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Mais brasileiros perto do fundo do poço

Estar endividado e com o nome figurando nos principais cadastros de devedores do país não é um privilégio seu. Cada vez mais brasileiros entram para esse ranking negativo. Segundo o SPC Brasil, em novembro de 2015, o crescimento da inadimplência foi registrado em todas as regiões pesquisadas.

O número de devedores subiu no Nordeste (8,46%), Sul (5,5%), Centro-Oeste (5,15%) e Norte (4,98%). A Região Sudeste não foi alvo da pesquisa. Os resultados foram explicados pela junção da atual crise econômica com a falta de educação financeira da população.

 

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