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por Vivo Seu Dinheiro

Cartão de crédito falso: como se proteger no ambiente online

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Quem tem um negócio próprio, sabe bem: infelizmente, nem só de bons clientes vive uma empresa, seja qual for o seu porte. Nesse meio, ninguém está imune a uma tentativa de golpe, como o uso de um cartão de crédito falso ou clonado. Conhecer as ferramentas usadas por criminosos é o primeiro passo para ampliar sua proteção.

Cartão de crédito falso x clonado

Em meio a tantos delitos cometidos na web, fica difícil saber distinguir um crime do outro. Você sabe, por exemplo, a diferença entre cartão falso e clonado?

Ela é simples, mas importante: enquanto o cartão de crédito falso não existe fisicamente, o clonado pode aparecer no seu negócio. Mas isso não quer dizer que o primeiro não traga riscos. Ele é utilizado por criminosos que buscam números “válidos” para efetuar uma compra e burlar o sistema de segurança das lojas online.

Já quem é vítima de um cartão clonado tem os seus dados copiados – e golpistas se utilizam deles para fazer compras. Ao perceber esse tipo de problema na fatura, a administradora do cartão deve ser comunicada imediatamente, cabendo a ela restituir o cliente.

Medidas para evitar o golpe do cartão de crédito falso.

Crimes cibernéticos cresceram 500% nos últimos anos, aponta pesquisa. Foto: Shutterstock

Proteja-se do cartão de crédito falso

Se você é empresário e possui uma loja virtual, existem maneiras de se proteger dos cartões de crédito falsos. A principal delas é criar mecanismos de segurança mais eficientes, que identifiquem a autenticidade do “dinheiro de plástico” antes de confirmar a compra. Exija sempre o código de segurança, pois golpistas têm dificuldades de gerar códigos válidos.

Além disso, vale lembrar que toda compra feita na internet resulta em um produto que deve ser enviado para lugar. Mesmo que o golpista não coloque um endereço pessoal, a encomenda terá um destino. De posse dos dados, fica mais fácil buscar amparo junto a uma autoridade policial.

Outra forma de identificar e rastrear o criminoso é a partir do número do IP do computador utilizado por ele para efetivar a compra – e o golpe.

Números comprovam risco

As estatísticas indicam que é preciso mesmo redobrar a atenção. Isso porque os criminosos têm feito uso cada vez mais frequente de algum tipo de cartão de crédito falso para efetuar compras online.

Para se ter uma ideia, entre 2013 e 2014, o Centro de Estudos, Resposta e Tratamento de Incidentes de Segurança no Brasil (Cert) detectou um crescimento de 500% nas fraudes virtuais. Foram 467.621 registros de ocorrências.

No mesmo período, segundo dados divulgados pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban), R$ 1,2 bilhão foram desviados de todas as instituições financeiras do país com crimes cibernéticos. Entre os mais comuns, golpe do boleto, cartão de crédito falso, cartão de crédito clonado e fraudes no internet banking.

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