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por Vivo Seu Dinheiro

Brasil ocupa posição ruim em ranking de educação financeira

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Uma pesquisa divulgada pela Standard&Poor’s com o ranking de educação financeira deixou muitos brasileiros desanimados. É que o país aparece apenas no 74º lugar entre 144 nações. Foram avaliadas questões relativas a conceitos básicos, como aritmética, diversificação de risco, inflação e juros compostos.

No levantamento da Standard&Poor’s, o Brasil fica atrás de alguns dos países mais pobres do mundo, como Madagascar, Togo e Zimbábue. Também é superado pela maioria dos países da Europa e da América do Norte. Já na América do Sul, fica atrás de Chile e Uruguai. E no bloco econômico das nações emergentes (BRICs), perde para Rússia e da África do Sul.

Alunos brasileiros em sala de aula refletem a posição do Brasil no ranking de educação financeira.

Crianças educadas financeiramente são pilares para uma nova sociedade sustentável. Foto: Pedro Ribas, ANPr

Análise do ranking de educação financeira

Mas nem só de conhecimento é feita a administração do orçamento. O educador financeiro Sílvio Bianchi argumenta que, apesar da crença de que pessoas bem informadas tomam as melhores decisões, nem sempre isso ocorre.

“Creio que essa é uma visão muito parcial do conceito de educação financeira, pois conhecimento é só um dos componentes necessários para alcançar bons resultados”, sustenta.

A situação brasileira é, conforme Bianchi, consequência de gerações sem educação financeira formal, assim como ocorre também na maioria dos países. “Mais do que desconhecimento, estamos falando de analfabetismo funcional, quando a pessoa tem conhecimentos básicos, mas não sabe como integrar esses conhecimentos na sua vida”, aponta.

Isso é somado a um nível de educação bastante precário, no qual a maioria dos alunos que finalizam o ensino básico têm dificuldade em fazer cálculos matemáticos simples e com a interpretação de textos.

Hábitos fazem a diferença

A educação financeira, no entanto, vai muito além do cálculo de juros, conhecimento de risco de investimentos ou da inflação. “Uma pessoa educada financeiramente tem hábitos diferenciados que a ajudam a saber viver dentro de seu orçamento, ou seja, a não gastar mais do que ganha”, argumenta.

Além disso, Bianchi considera que é preciso saber diferenciar despesas necessárias das supérfluas, não se endividar desnecessariamente, poupar antes de gastar e ter reservas para emergências e para sua aposentadoria.

Na visão do especialista, o cenário ainda tem muito a melhorar no Brasil. A forma de chegar a essa solução está alicerçada em três pilares. Veja quais são.

1. Na escola

Crianças educadas financeiramente (falando do aspecto comportamental) serão os pilares para uma nova sociedade sustentável.

2. Na família

Por meio da educação financeira das crianças, as famílias também serão atingidas – assim como aconteceu com as campanhas de trânsito ou contra o fumo.

3. Nas empresas

Funcionários educados financeiramente são mais focados no seu trabalho e têm mais qualidade de vida, pois estão resolvendo seu endividamento ou não se endividarão mais.

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