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por Vivo Seu Dinheiro

Biometria é nova arma dos bancos para maior segurança dos clientes

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Se até bem pouco tempo atrás utilizar a sua impressão digital como uma espécie de senha parecia coisa de um futuro distante, hoje, a biometria já é realidade, até mesmo nos bancos. Com a tecnologia, algumas funções até então só realizadas pelo cartão de crédito ficam disponíveis na palma da sua mão – ou na ponta dos dedos.

É o caso de instituições bancárias como o Bradesco, o Itaú e, mais recentemente, o Banco do Brasil. Mas você sabe como a tecnologia funciona? Ela promete trazer não apenas mais praticidade, mas também segurança.

Para que serve o uso da biometria

A identificação biométrica é um recurso que permite o reconhecimento de pessoas através de suas características físicas, como é o caso da impressão digital, da íris e mesmo das veias. Ao aproximar a parte do corpo no sistema, ele faz a leitura e identifica a sua identidade.

Ou seja, permite o seu reconhecimento sem a necessidade de inserir um cartão magnético ou qualquer outra informação. Nos bancos, o uso do recurso tem como objetivo tornar as transações mais seguras e eliminar as chances de clonagem ou fraudes envolvendo senhas de clientes.

Biometria garante segurança no banco.

Tecnologia pode usar a impressão digital do cliente para transações bancárias. Foto: iStock, Getty Images

Como a biometria é utilizada nos bancos

Entre os bancos do país, são duas as opções de biometria utilizadas: o escaneamento da impressão digital e a geometria vascular. A primeira, utilizada pelo Itaú e pelo Banco do Brasil, é a mais conhecida, bastando posicionar o dedo no local indicado.

Ao fazer isso, o sistema busca entender os padrões das linhas da pele para criar um código específico. O mais comum é que sejam tiradas fotos em altíssima resolução, capazes de detectar até mesmo as variações mais sutis.

Na segunda opção, nem tão conhecida pelo público, o que ocorre é a identificação do posicionamento das veias. Assim como no caso da impressão digital, elas são escaneadas e convertidas em um código único.

Esse é o modelo adotado pelo Bradesco, possibilitando fazer saques e outras transações com o recurso da biometria. Basta escolher a operação desejada, aproximar a sua mão e aguardar a leitura.

Mas é preciso estar atento, pois em todos os bancos o uso do recurso depende de um cadastramento prévio para autorização.

A expectativa é que, cada vez mais, caixas eletrônicos usem essa tecnologia como recurso de segurança, inclusive com limites mais altos para saques.

Também não se surpreenda se, em pouco tempo, ela substituir por completo os códigos de letras, ainda utilizados em diversas instituições bancárias para transações no caixa de autoatendimento.

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