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por Vivo Seu Dinheiro

Bebês recém-nascidos podem ser incluídos no plano de saúde

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A chegada de bebês recém-nascidos na família é sempre motivo de alegria, mas também de correria. Afinal, é um período de adaptação para todos – e, por que não dizer, de muitas noites insones e cansaço. Ainda assim, é importante que os pais estejam atentos a algumas aspectos que fogem um pouco do tradicional.

Assim como os bebês recém-nascidos precisam ser registrados em cartório, tomar as primeiras vacinas e realizar os primeiros exames, eles também têm um prazo para serem incluídos no plano de saúde. Não deixe que a preocupação com as fraldas do seu filho leve a perder esse prazo.

Não há custos adicionais para a inclusão do recém-nascido no plano de saúde.

Seja filho natural ou mesmo adotivo, não há custos para inclusão do bebê no plano. Foto: iStock, Getty Images

Plano de saúde e bebês recém-nascidos

De acordo com a Associação Brasileira de Medicina de Grupo (Abramge), caso os pais já possuam um plano de saúde hospitalar com obstetrícia, é assegurada a inscrição de bebês recém-nascidos sem prazo de carência, sejam eles filhos naturais ou adotivos.

Entretanto, a inclusão deve ser realizada em um prazo máximo de 30 dias, a contar da data de nascimento ou adoção. Diferente de um contrato de adesão realizado para conveniados adultos, a inclusão dos bebês recém-nascidos é garantida independentemente de a criança ser portadora de qualquer lesão ou doença pré-existente.

Mesmo sem inscrição no plano, o recém-nascido tem assistência médico-hospitalar garantida por 30 dias, dentro da cobertura de um dos representantes legais – desde que o mesmo tenha cumprido a carência para internação no plano hospitalar com obstetrícia.

Já no casos dos planos que não possuem cobertura obstétrica, o filho também poderá ser inscrito como dependente. Entretanto, precisará cumprir as carências determinadas em contrato para ser atendido.

Outro ponto importante é que, para ter esse direito assegurado, é preciso que um dos responsáveis legais tenha cumprido a carência máxima, estipulada em 180 dias.

Ainda que se trate de uma nova adesão, não há custos adicionais para a inclusão do recém-nascido no plano de saúde, independentemente de ser filho natural ou adotivo. A operadora cobrará somente as mensalidades relativas ao novo dependente.

Inclusão no plano após perder o prazo

E quando o prazo vence? Não é o ideal mas, caso os pais percam o prazo de 30 dias para a inclusão do bebê no plano de saúde, será necessário cumprir o período de carência, que é de seis meses – podendo haver algumas exceções.

Para o atendimento nos serviços de urgência e emergência, por exemplo, o período de carência é de 24 horas e o plano fica obrigado a prestar o serviço até a alta médica.

No caso de crianças que nascem com algum problema congênito, a cobertura também não pode ser negada. Ainda que algumas operadoras apresentem argumentos contrários, esse é um direito do bebê.

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