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por Vivo Seu Dinheiro

Bancos podem decretar o fim do crédito rotativo nos cartões

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As dívidas acumuladas no cartão de crédito são as que geram mais dor de cabeça para o consumidor. Mas os juros altíssimos, além de desvantajosos para os clientes, pioram a imagem dos bancos e complicam a situação das empresas que precisam lidar com a inadimplência da clientela. É por isso que pode ser decretado o fim do crédito rotativo.

Inicialmente, vale lembrar que o rotativo é uma linha de crédito pré-aprovada, contratada pelo cliente automaticamente quando ele paga um valor abaixo do total da fatura do cartão de crédito. O pagamento mínimo é de 15%. A questão é que a taxa de juros sobre o rotativo é de 450% ao ano, o que contribui para o endividamento.

Diante desse cenário, a Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs) estuda a proposta de reformular – ou até extinguir – o crédito rotativo.

fim do crédito rotativo

Juros do rotativo é de 450% ao ano. Foto: iStock, Getty Images

Como seria o fim do crédito rotativo?

Para redefinir a forma como o crédito rotativo será utilizado, há várias possibilidades sendo estudadas. Mas a principal alternativa proposta pela Abecs seria restringir o tempo de permanência do cliente nessa linha de crédito. Afinal, ela existe para ser uma medida de urgência.

Na prática, porém, muitas pessoas acabam utilizam o crédito pré-aprovado por mais do que alguns dias e com frequência, até se tornarem inadimplentes. A nova ideia, então, seria permitir que o cliente use o rotativo apenas por um período de 60 a 90 dias. Depois, o saldo devedor poderia ser seria migrado a uma linha de crédito com juros menores.

Outra possibilidade seria extinguir totalmente o crédito rotativo, para que os clientes possam avaliar diretamente outras opções de linhas com juros mais baixos para arcar com as despesas. Essas são algumas soluções possíveis que devem ser apresentadas pela Abecs à indústria.

As empresas bancárias, porém, não são obrigadas a acatar as sugestões. Mas elas devem ser bem aceitas, já que linhas de crédito com juros baixos podem beneficiar diretamente os bancos. Isso porque a inadimplência do cliente por mais de 90 dias também afeta negativamente o limite da carteira de crédito da própria instituição financeira.

Agora, então, cabe aos bancos estudar as novas medidas e implementar as que acharem mais adequadas – desde que elas tenham o crivo do Banco Central. 

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E você, o que pensa sobre as mudanças no rotativo? Opine sobre o artigo nos comentários.

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