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por Vivo Seu Dinheiro

Banco de Tecido desperta a criatividade e promove o consumo consciente

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Sabe aquele retalho velho que sobrou ou o pedaço de pano que ficou guardado durante anos na gaveta? Normalmente vistos como lixo, com uma pitada de criatividade, eles podem ganhar novas formas. É justamente essa a proposta do Banco de Tecido.

Com a ideia de que estender o ciclo de vida dos materiais é parte decisiva do consumo consciente, o projeto oferece um lugar de encontro para troca de tecidos que foram deixados de lado ou apenas esquecidos.

Consumo consciente é o foco do projeto Banco de Tecido

Consumo consciente e reaproveitamento de materiais são focos do projeto. Fotos: Divulgação

Como funciona o Banco de Tecido

Liberar espaço e aproveitar da melhor maneira possível o que já existe no mundo. A ideia é simples, mas nem por isso deixa de ter impacto positivo não só no bolso, mas também no meio ambiente.

Enquanto loja, o projeto recebe tecidos, que se transformam em créditos para a retirada de outros cortes. Ou seja, o próprio produto serve como moeda corrente de troca.

Outra opção é fazer compras em dinheiro, mesmo sem depositar novos materiais, pelo preço de R$ 35 ao quilo. Além do valor mais baixo que o de mercado, a vantagem é conseguir tecidos exclusivos, que dificilmente ainda seriam encontrados em lojas tradicionais do ramo.

Já como espaço de encontro, o Banco de Tecido recebe todos aqueles que querem trocar informações, descobrir novos cortes e usos para pedaços de tecido cheios de história.

Atualmente, o projeto conta com duas filiais, ambas abertas ao público: uma em São Paulo, que oferece um acervo maior, e outra em Curitiba, dedicada principalmente a empreendimentos criativos da cidade.

Como nasceu o Banco de Tecido

Vinte anos de trabalho no cinema, teatro e televisão e um total de 800 quilos de tecidos que variavam em cores, texturas e tamanhos. Foi depois de perceber o quanto acumulava em suas prateleiras que a cenógrafa e figurinista Lu Bueno decidiu iniciar o Banco de Tecido.

Hoje, o local de estoque e trocas é também o seu escritório, no qual ela leva adiante ainda os seus projetos paralelos na área de produção de peças teatrais e outros eventos. Tudo, é claro, pensando no reaproveitamento.

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Conheça a Política Nacional de Resíduos Sólidos

Parte do processo de um consumo mais consciente, o Banco de Tecido também é uma solução criativa para um velho problema no mundo: o descarte de resíduos sólidos.

Foi só a partir de 2010, por exemplo, que o Brasil desenvolveu uma Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), a partir da Lei 12.305. Hoje em dia, ela serve como referência para o incentivo de estratégias que minimizam os efeitos que o descarte de produtos pode gerar no meio ambiente.

A PNRS também cria o princípio de responsabilidade compartilhada entre aqueles que fazem parte da cadeia que gera resíduos sólidos. Ou seja, não apenas os fabricantes, mas também importadores, distribuidores, comerciantes e o próprio consumidor.

 

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