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por Vivo Seu Dinheiro

Aumento de preço em aplicativos da Apple atinge 7 países

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Prepare o bolso: 2016 mal começou e já registrou aumento de preço nos aplicativos para iOS, sistema operacional da Apple. Por enquanto, a elevação nos valores atinge sete países e o Brasil está fora da lista. Mas ao considerar o motivo principal para o reajuste, é de se esperar que, em breve, o custo dos apps fique mais salgado por aqui também.

A alta do dólar e sua valorização perante outras moedas é a razão principal para o aumento, já que a marca da maçã é uma empresa americana. De início, os países afetados foram México, Canadá, Israel, Nova Zelândia, Rússia, Singapura e África do Sul.

Homem percebe aumento de preço em apps

Alta do dólar frente a outras moedas eleva o custo para baixar apps no iPhone. Foto: iStock, Getty Images

Aumento de preço em equipamentos e apps

Na maioria dos casos, a alteração nos valores é pequena, da ordem de centavos de dólar. Ainda assim, representa a primeira elevação no custo dos apps desde 2014.

Antes de mudar o valor dos aplicativos, a Apple já tinha reajustado o preço de vários produtos e acessórios. Em outubro de 2015, itens como o MacBook e a Apple TV ficaram bem mais caros.

Para se ter uma ideia, no Brasil, o MacBook subiu de R$ 8.499,00 para R$ 12.499,00 – um aumento superior a 47%. Outros países também sofreram reajuste no preço do mesmo produto, mas nada comparado ao registrado por aqui. Entre eles, Austrália (11%), Nova Zelândia (20%), Noruega (19%), Malásia (24%) e México (17%).

Seja nos aplicativos para iPhone ou iPad ou em outros produtos Apple, o aumento de preço afeta cada país de maneira diferente e em prazos diferentes. Por isso, se você é um usuário da marca da maçã, a dica é ficar de olho para não ser surpreendido.

Mercado de aplicativos é promissor

Apesar do aumento de preço dos apps, a estimativa é que o segmento continue crescendo nos próximos anos. De acordo com um relatório da consultoria App Annie, o Brasil é um dos mercados mais promissores em relação a aplicativos nos próximos cinco anos.

A pesquisa mostrou que a receita do mercado mundial de aplicativos vai movimentar cerca de US$ 51 bilhões nesse ano e poderá chegar a US$ 101 bilhões até 2020. E o Brasil é um dos protagonistas desse cenário, devendo ter uma expansão de mais de 40% em 2016.

Além do aumento do uso de apps, foi estimado também um crescimento mundial no faturamento das aplicações pagas. Nos Estados Unidos, por exemplo, os usuários deverão diminuir o número de downloads, mas irão gastar valores maiores com os apps que lhe são mais úteis.

A expectativa é que o número de downloads de apps chegue a 284 bilhões até 2020, mantendo os jogos como grandes campeões de renda. E além da estimativa de vendas diretas e assinaturas, o estudo apontou que a economia mundial de apps também movimentará grandes valores por meio de e-commerce e publicidade.

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