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por Vivo Seu Dinheiro

Apropriação indébita, roubo ou furto? Entenda a diferença e se proteja

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Os termos jurídicos podem confundir quem não tem afinidade com a área. Afinal, qual a diferença entre apropriação indébita, roubo e furto? Com tantos detalhes e nomenclaturas, pode ficar difícil acompanhar um diálogo entre advogados especializados. Mas conhecer o básico é condição para não errar na hora de registrar um boletim de ocorrência. Isso sem falar em adotar medidas preventivas para sua maior segurança.

Apropriação indébita de veículo

Carro emprestado que não é devolvido se configura como apropriação indébita. Foto: iStock, Getty Images

Apropriação indébita, roubo ou furto?

Para esclarecer cada um desses atos ilícitos, vamos analisá-los de forma separada. Acompanhe:

Apropriação indébita

A apropriação indébita ocorre quando o sujeito recebe um objeto de forma legítima – como um empréstimo – e decide se apropriar do item sem consentimento do proprietário. São exemplos de apropriação indébita:

  • Você empresta uma televisão para o seu primo, e ele decide que não irá devolver
  • Você permite que sua irmã utilize seu carro por uma semana, mas ela foge com ele
  • Você deixa seu celular com um amigo antes de viajar, mas, ao voltar, ele se recusa a devolver.

Furto

O furto é caracterizado quando alguém toma algo que não lhe pertence sem estabelecer contato com o proprietário do bem. São exemplos de furto:

  • Alguém invade a sua casa e rouba a televisão, enquanto você está no trabalho
  • Alguém arromba seu carro e consegue levá-lo embora, enquanto você está fazendo compras
  • Alguém percebe que você deixou o celular sobre a mesa do restaurante, e toma posse dele enquanto você está no banheiro.

Roubo

O roubo acontece quando o criminoso toma algo que não lhe pertence por meio de ameaça ou violência ao proprietário do bem. São exemplos de roubo:

  • Alguém invade a sua casa e ameaça sua vida com uma faca para roubar o notebook
  • Você está parado no semáforo e é abordado por um assaltante com um revólver, que exige o veículo
  • Você está em um restaurante e um criminoso armado invade o estabelecimento para assaltar os clientes.

Por estar relacionado à violência, o roubo é considerado pela justiça o crime mais grave entre as três opções. Por esse motivo, as punições são mais pesadas.

Como se proteger

Agora que você já conhece a diferença entre apropriação indébita, roubo e furto, é hora de aprender um pouco mais sobre as melhores formas de se proteger contra esses delitos.

Tudo começa pela prevenção. Apesar de óbvia, essa afirmação precisa ser reforçada porque ainda há quem negligencie os riscos. “Nunca vai acontecer comigo” é o tipo de pensamento que os criminosos desejam que você alimente.

Sua tarefa é pensar e planejar a rotina para minimizar todos os riscos que são impossíveis de eliminar por completo. Da escolha do horário em que você sai de casa à decisão pelo meio de transporte na volta da faculdade, é preciso considerar a segurança em todos os aspectos.

Ao andar a pé, mantenha seus pertences protegidos, procure áreas bem iluminadas e com grande circulação de pessoas. Ao andar de ônibus, fique atento à aproximação de estranhos, e evite deixar expostos objetos de valor, como relógios e celulares. Já ao estacionar na rua, privilegie áreas iluminadas, que contem com a observação natural de transeuntes. São dezenas de dicas, mas todas se organizam em torno do eixo central: prevenção.

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