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por Vivo Seu Dinheiro

Aprenda a identificar os sinais de descontrole financeiro

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Dívida que se acumulam e ultrapassam a sua capacidade de pagamento e lá se vão noites de sono difícil. Se você se identifica com esses sinais, pode estar experimentando as consequências nada agradáveis do descontrole financeiro. É quando você gasta sem critérios que a conta cobrada fica realmente alta e atinge a sua saúde.

As consequências do descontrole financeiro não fazem bem para o seu bolso.

Fazer bom uso do cartão e aproveitar seus benefícios faz bem à saúde financeira. Foto: iStock, Getty Images

Reconheça o descontrole financeiro em você

Pense no descontrole financeiro como uma doença: quanto antes você diagnosticá-lo e iniciar o tratamento, maior será a sua chance de obter sucesso e sair renovado desse processo difícil, doloroso, mas necessário.

O segredo, então, é ter atenção aos primeiros sinais. A economista Kátia Isse, professora da Universidade Feevale, alerta que, quando a pessoa não sabe o limite do cartão de crédito e só descobre que não pode mais comprar quando tem uma tentativa negada, já é um sinal claro de descontrole financeiro.

Se optar por pagar o valor mínimo da fatura, a situação fica pior, aleta ela. “Pode ser um passo para o endividamento e para não conseguir pagar outras despesas”, diz.

Kátia considera que muitas pessoas não conhecem o sistema de cobrança do cartão e acreditam que o pagamento mínimo será útil. “Mas todo o valor que foi deixado para trás na fatura atual virá acrescido de juros no mês seguinte”, explica.

O que é saúde financeira?

Se você se identificou com as situações acima, deve estar se perguntando o que seria o ideal. Conforme Kátia, o correto é que nunca se gaste todo o salário, poupando um pouco, por menor que seja o valor. “Entretanto, a maioria das pessoas já tem a renda comprometida mesmo antes de receber”, analisa.

Com uma reserva financeira, conforme explica a economista, evita-se dores de cabeça em casos como o salário atrasado ou até mesmo a perda de renda. “Atualmente, temos a previsão do aumento de vários impostos e o reajuste da energia elétrica. Situações como essa requerem uma vida financeira saudável”, sustenta.

A economista justifica que, mesmo não havendo maiores gastos e contas, com o aumento dos preços, o poder aquisitivo ficar menor, o que pode dar margem ao endividamento. Por isso, fazer bem os cálculos e readequar-se – reduzindo gastos – é importante.

Planilha, o seu melhor remédio

Se você é daquelas pessoas que pensa em não anotar o quanto gasta por medo do tamanho das dívidas que pode identificar, é bom rever seus conceitos. Fazer uma planilha financeira é fundamental, indica Kátia. “Quanto mais tarde se acorda para isso, maior o grau de endividamento e o tempo que levará para estabilizar”, argumenta.

Via de regra, segundo a especialista, as dívidas que foram geradas por descontrole financeiro e falta de disciplina (como o mau uso do cartão de crédito) levam em torno de um ano e meio para serem sanadas.

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Você tem uma boa dica para vencer o descontrole financeiro? Comente!

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