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por Vivo Seu Dinheiro

Ainda é válido utilizar o cheque como instrumento de crédito?

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Quando o comércio praticamente só fala em cartão de crédito, dada a praticidade e segurança que a ferramenta oferece, será que ainda é válido utilizar o cheque como instrumento de crédito? Para saber a resposta, vale pesar as vantagens e desvantagens desse meio de pagamento.

Usando o cheque como instrumento de crédito

Cheque é mais utilizado por público idoso e com dificuldade com meios eletrônicos. Foto: iStock, Getty Images

Uso do cheque como instrumento de crédito

Alguns correntistas mais jovens talvez nunca tenham preenchido um talão de cheque. E não é raro que muitos nem tenham manuseado ou mesmo visto ou um talonário. Afinal, a utilização do cartão do cartão de crédito cresce a cada dia e sua praticidade é indiscutível.

Apesar das desvantagens, como a demora na compensação e o risco de fraudes, especialistas acreditam que o uso do cheque como instrumento de crédito continuará existindo. Mas a tendência é que fique mais restrito a operações de alto valor, quando forem requeridas formalizações do pagamento.

Um exemplo de transação na qual o cheque ainda é amplamente utilizado é na compra e venda de imóveis, pois é necessário que o pagamento conste na escritura. E o cheque, nesse sentido, já tem uma tradição jurídica como meio de pagamento, uma vez que pode ser escaneado e copiado. Já a transferência eletrônica não alcançou tanta credibilidade nesse tipo de operação.

Vantagens e desvantagens do cheque

Ainda muito utilizado por pessoas idosas, o cheque tem vantagens como controle financeiro – especialmente para quem tem dificuldade com os meios eletrônicos, aquele canhotinho de anotações no talonário é um santo remédio.

Tem ainda a facilidade que, por ser controlado pela agência bancária do correntista, ele receberá uma ligação sempre que houver algum problema.

Por outro lado, há uma série de desvantagens. A maior delas, sem dúvida, é a insegurança, uma vez que é mais fácil fraudar um cheque. Além disso, pode o comércio trocar seu cheque por dinheiro e, nesse caso, há o risco de ser compensando antes da data prevista.

Adesão ao cheque despencou nos últimos 20 anos

Embora o cheque vá continuar sendo utilizado em transações financeiras, não há como negar que seu uso fica menor a cada ano que passa. Uma pesquisa divulgada pela Febraban, em janeiro deste ano, apontou que as operações com cheques compensados caíram 79,84% de 1995 até 2015. Assim, o Brasil viu suas transações despencarem de 3,3 bilhões para 672 milhões nesse período.

Esse resultado se deve, basicamente, à inclusão bancária pela qual passou o Brasil e ao surgimento de novos meios de pagamento, como a TED (Transferência Eletrônica Disponível) e o avanço do cartão de crédito.

Para se ter uma ideia, entre 1995 e 2014, o número de contas bancárias no país simplesmente disparou, passando de 39 milhões para nada menos que 188 milhões na modalidade conta corrente.

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