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Agente autônomo de investimento: quando recorrer a ele?

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Quem se interessa pelo mercado de aplicações financeiras, mas ainda não está totalmente familiarizado com o mundo das corretoras de valores, pode não saber ao certo o que faz um agente autônomo de investimento. Como conhecimento não ocupa espaço, nada melhor do que se informar: esse profissional pode ser seu aliado na busca por rentabilidade.

Mulher conversa com agente autônomo de investimento

Profissionais devem ter registro junto à Ancord, entidade que regulamenta a atividade. Foto: iStock, Getty Images

O que faz um agente autônomo de investimento

O agente autônomo de investimento é responsável pela prospecção e captação de clientes para as corretoras de valores e demais instituições intermediárias.

Por ser um especialista, seu papel também é esclarecer dúvidas, oferecer informações sobre os produtos e serviços disponíveis no mercado, como investimentos de renda fixa, renda variável, derivativos e fundos imobiliários, entre outros.

Ele pode atuar diretamente como pessoa física ou por meio de uma sociedade constituída com esse fim exclusivo, e deve exercer suas atividades sempre através de uma corretora de valores ou instituição integrante do sistema de distribuição de valores mobiliários, como representante.

“Ele está vinculado a uma corretora para ampliar a base de clientes nas cidades onde ela não está presente. Funciona como um braço da corretora nesses locais” explica Luis Abdal, consultor de Marketing da Ancord, a Associação Nacional das Corretoras e Distribuidoras de Títulos e Valores Mobiliários, Câmbio e Mercadorias.

A Ancord é a entidade regulamentadora dessa profissão. Para atuar, o agente faz um teste, aplicado pela FGV e fiscalizado pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Se aprovado, ele recebe seu registro. Atualmente, conforme a Ancord, são mais de 2.000 autônomos atuantes no país.

Como encontrar um agente autônomo

Há uma regra básica: o agente autônomo de investimento sempre está ligado a uma corretora de valores. “Pode ser uma pessoa física ou até mesmo possuir um CNPJ e trabalhar em sociedade. Entretanto, o agente não pode atuar como instituição, ou seja, não pode realizar a compra e venda do produto”, esclarece Abdal.

Aqueles agentes que atuam em nome de instituições sérias, reconhecidas pelo mercado, naturalmente já estão registrados junto à Ancord. Mas os clientes podem tirar suas dúvidas: no site da CVM, há uma central de consultas online, na qual se pode conferir se os profissionais estão aptos a trabalhar.

É importante deixar claro que o autônomo não exerce a função de consultor. Ele somente irá apresentar ao cliente todas as opções disponíveis dentro do que ele deseja, sem opinar sobre o seu perfil. Em outras palavras, ele apenas mostra todos os produtos que a corretora oferece, explicando detalhadamente cada um

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Quanto custa esse auxílio especializado?

As taxas e corretagens cobradas variam conforme a instituição. Abdal sustenta que o preço a ser pago depende da necessidade do cliente e da forma como quer atuar no mercado. Hoje em dia, muitas pessoas já negociam suas ações sozinhas em plataformas da internet. Nesses casos, os custos são menores.

Entretanto, aqueles que precisam de um serviço personalizado, o que demanda um auxílio maior de um especialista – que possa responder rapidamente às suas dúvidas e que dê retorno em relação a uma carteira maior – certamente pagarão mais por essa assessoria em investimentos. Mas isso deve ser pesquisado entre as inúmeras corretoras disponíveis no mercado.

 

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