Vivo
 
por Vivo Seu Dinheiro

Entenda a evolução da taxa de inflação nos últimos 10 anos no Brasil

A- A+

Quem tem pelo menos 35 anos, conhece bem o poder avassalador da taxa de inflação na economia brasileira. Nos anos 80, os preços subiam de modo galopante e um produto nunca custava o mesmo preço de um dia para outro.

Com as medidas econômicas que o Governo Federal implantou a partir da década de 1990, a taxa de inflação foi controlada e o bolso do consumidor sentiu o alívio de um ambiente econômico mais seguro e estável. Mas, ainda hoje, há o temor de sua volta e de impactos diretos no dia a dia do brasileiro.

A previsão do Banco Central para a taxa de inflação em 2015 é de 9%.

Escalada da inflação é sentida aos poucos no bolso do consumidor brasileiro. Foto: José Cruz/ABr

A taxa de inflação e o consumidor

Apesar de não ser tão astronômica quanto nos anos 80, a taxa de inflação ainda é motivo de dor de cabeça para o brasileiro e vem reduzindo a cada ano o poder de compra da população.

Ela é determinada pelos índices médios, calculados por meio de pesquisas sobre o crescimento dos preços de um conjunto de bens e serviços em um determinado período – no mínimo, um mês.

Para o consumidor, um dos maiores problemas causados pela inflação é que ela mexe nos preços de modo relativo. O aumento não é uniforme e, geralmente, os custos de serviços e produtos são superiores aos ganhos com salários e rendimentos, por exemplo, representando uma queda do poder aquisitivo.

“O consumidor demora um pouco mais para perceber a economia real, mas acaba sentindo a inflação, o aperto dos juros e que o orçamento do mês não dá mais conta de cobrir todas as despesas”, explica Viviane Seda, pesquisadora do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (Ibre/FGV).

Você vai se interessar por:

Saiba como economizar em tempos de alta da inflação

Entenda o IPCA, índice oficial de inflação do Brasil

Índice INPC de inflação é referência oficial para salário mínimo

Taxa de inflação no Brasil na última década

De acordo com pesquisas de institutos que calculam o avanço da taxa de inflação na economia, o que custava cerca de R$ 50 em 1994, quando o Plano Real foi lançado, hoje representa um gasto ao bolso do consumidor de quase R$ 300, graças ao efeito da evolução dos preços causado pelo inflação.

Entre 2005 e 2014, o preço dos alimentos praticamente dobrou, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A alta de 99,73% foi, inclusive, maior do que a registrada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), um dos influenciadores na composição da taxa de inflação: 69,34%, no mesmo período.

Outros grupos de itens que subiram acima da inflação nos últimos 10 anos foram despesas pessoais (99,81%) e educação (77,87%). Saúde e cuidados pessoais (67,02%) e vestuário (66,98%) mantiveram índices equilibrados em relação à inflação geral. Habitação (56,84%) e transporte (28,95%) tiveram menor impacto no índice geral.

Um exemplo prático: o que custava R$ 100 em janeiro de 2005 terminou dezembro de 2014 valendo R$ 169,34. No caso dos alimentos, o que o consumidor comprava antes com R$ 100, hoje custa R$ 199,73.

E vem mais por aí. Em um ano de incertezas econômicas e crise financeira no Brasil, a previsão do Banco Central para a taxa de inflação em 2015 é de 9%.

Busque ofertas para fugir da inflação

Para quem quer fugir da inflação, a dica é pesquisar preços para sempre tentar pagar mais barato. Com o Vivo Descontos, você tem direito a cupons de descontos para desfrutar de ofertas exclusivas. Com uma assinatura semanal de R$ 2,99, você se cadastra e recebe as promoções no seu celular. Uma parceria com os melhores sites do e-commerce proporciona uma vasta oferta de moda, eletrônicos, informática, esportes, brinquedos, lazer, viagens e outros artigos.

Está de olho na taxa de inflação? Deixe seu comentário.
Comprar tablet
Mulher entende o que é carnê-leão
Comprar smart tv
micro-ondas ou forno elétrico
geladeira com freezer ou congelador
vale a pena comprar produtos da apple