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por Vivo Seu Dinheiro

5 dicas do Banco Central sobre o uso das cédulas e moedas de real

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Após 21 anos em circulação, as cédulas e moedas de real já passaram por diversos modelos e tamanhos, estamparam variadas espécies da nossa fauna, mas sua aparência já é bem conhecida dos brasileiros.

Ainda assim, há quem não conheça as regras de validade e aceitação do dinheiro, não saiba manusear e conservar da maneira correta ou dar os devidos destinos para as notas que não estão em bom estado. É isso que aponta o Banco Central (BC) em estudo.

As cédulas e moedas de real já passaram por diversos modelos e tamanhos.

Andar com cédulas nos bolsos é um costume da maioria dos brasileiros. Foto: iStock, Getty Images

A validade das cédulas e moedas

Anualmente, o BC realiza pesquisa sobre “O brasileiro e sua relação com o dinheiro”. A última edição do estudo, lançada em 2014 com dados do ano de 2013, trouxe algumas curiosidades.

Entre elas, identificou que 51% da população recebe o salário em espécie e que 68% das pessoas guarda o dinheiro solto nos bolsos das calças ou das bolsas.

Já quando recebem notas que não estão em bom estado de conservação, 56% dos brasileiros continuam usando-as normalmente, o que pode demonstrar o desconhecimento sobre o que fazer com o dinheiro.

O Banco Central do Brasil dá cinco dicas sobre o tratamento e o uso das cédulas e moedas de real. Confira:

Pagamento em moedas

As moedas metálicas, por terem baixo valor por unidade e serem volumosas, podem acabar sendo deixadas de lado ou rejeitadas na hora de realizar pagamentos. Mas elas são tão válidas quanto qualquer cédula.

Segundo o BC, os estabelecimentos comerciais são obrigados a receber pagamentos em moedas metálicas, desde que não ultrapasse o limite de 100 moedas de cada valor.

Moedas nos bancos

A regra do uso de moedas para o pagamento de faturas e boletos nos bancos é a mesma que a adotada para os estabelecimentos comerciais: 100 moedas de cada valor. Porém, se o objetivo for realizar um depósito, não há restrições de valor e quantidade de moedas metálicas.

Cédulas rasgadas

A aceitação de cédulas e moedas danificadas pode ser um problema em muitos estabelecimentos. A regra do Banco Central indica que as notas danificadas não perdem o seu valor, porém, as pessoas não são obrigadas a recebê-las como forma de pagamento.

Esse dinheiro deve ser depositado, trocado ou utilizado para pagamento em agências bancárias, que encaminham a nota para o BC, onde a sua inutilização será providenciada.

Fragmentos

Os fragmentos de notas seguem a mesma linha das cédulas danificadas. Não precisam ser aceitos pelos estabelecimentos comerciais que não quiserem recebê-los, mas têm validade monetária. A única exigência do Banco Central é que esse pedaço de dinheiro apresente mais da metade do tamanho original.

Moedas danificadas

Como as moedas são feitas com material metálico, é mais difícil que elas sejam danificadas ao ponto de perderem o valor. Mas pode acontecer.

Moedas tortas, perfuradas ou desfiguradas, desde que não haja dúvidas da veracidade e de quanto valem, devem ser trocadas, depositadas ou utilizadas como pagamento em bancos comerciais. As agências se encarregam de enviá-las para a inutilização no BC.

A relação do brasileiro com cédulas e moedas

O dinheiro em espécie é a forma mais utilizada pelos brasileiros para pagar contas. A pesquisa do Banco Central, feita através do método de amostragem, aponta que 93% dos entrevistados usam cédulas e moedas para gastos na padaria, 83% para contas de consumo e 57% para combustíveis.

O estudo mostra também quais os atributos que fazem delas as preferidas da população brasileira:

– 94% dos entrevistados gostam da facilidade de uso do dinheiro em espécie

– 76% consideram que as notas dão mais privacidade, já que não deixam rastros de onde foram gastas

– 94% acreditam que elas têm mais facilidade de aceitação.

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