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por Vivo Seu Dinheiro

Dá para prever a inflação nos alimentos?

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Prever quais serão os próximos vilões da inflação é um exercício de futurologia difícil de ser feito até pelos mais experientes economistas e especialistas em agronegócio. Geralmente, os preços sobem e o que nos resta é identificar quais os motivos que levaram à alta. Quando falamos em inflação nos alimentos, as causas são várias.

Aspectos climáticos, por exemplo, impactam na alta dos preços. Quando ocorre um regime de chuvas diferente que afeta a produção, certamente essa alteração chegará ao bolso do consumidor. O mesmo efeito é visto quando os agricultores sofrem com as secas e a estiagem.

As questões mercadológicas são outro ponto que influencia diretamente a inflação nos alimentos. Acontecendo algum aumento de preço no mercado internacional, a consequência é a elevação do custo também no mercado interno – ou desencadeia uma redução da oferta por desestímulo do produtor rural.

Arthur Jardim Nogueira Borges, diretor da Luca Contas, lembra que o leite sempre tem uma inflação no segundo semestre. Isto é consequência da estação seca que faz a produção (oferta) diminuir, causando elevação de preços. Voltando os períodos de chuva, o custo se retrai com o aumento da oferta.

inflação nos alimentos

Quando os preços aumentam no mercado internacional, sobem também aqui. Foto: iStock, Getty Images

Inflação nos alimentos como feijão, leite, milho e arroz

No primeiro semestre deste ano, o feijão foi um dos itens que mais registrou inflação nos alimentos, tomando o lugar do tomate no ranking. Segundo o IPCA-15, um dos índices do IBGE que mede a inflação brasileira, o feijão subiu mais de 50% em várias capitais do País. “Tenho o seguinte lema: pagar mais barato não é economizar. Economizar é não comprar”, diz Borges. Para ele, no caso do feijão, um produto tão básico, as coisas não são simples assim.

Ele acrescenta que o feijão pode até ter substituto, mas não tem um que seja tão barato quanto ele. Deixar de consumir feijão ou outro alimento básico também não é uma boa ideia, avalia Borges, porque mesmo mais caro, o valor nutricional do feijão, comparado ao seu preço, é considerado muito bom.

“Eu recomendaria diminuir o consumo de alimentos industrializados, que são muito mais caros por kg de produto. Os itens in natura são mais baratos por kg e muito mais saudáveis”, sugere. Se um dia não puder comer feijão, coma cenoura, espinafre ou beterraba. Um iogurte caseiro (feito com um pote de iogurte natural e um litro de leite) substitui mais de uma bandeja do iogurte industrializado, por exemplo.

A estimativa dos economistas e dos especialistas em agronegócio é de que além da alta do feijão, a inflação nos alimentos deverá ser registrada em breve também no arroz, no milho e no leite.

Dicas para economizar

Para quem se assusta com a inflação nos alimentos, só há uma saída: economizar na hora de fazer compras. Confira algumas dicas para reduzir as despesas:

  • Revise sua despensa e sua geladeira antes de elaborar a sua lista de compras;
  • Jamais vá ao supermercado sem uma lista de compras;
  • Pesquise os preços em mais de um supermercado;
  • Frequente alguma feira de produtos orgânicos;
  • Vá a algum atacado e divida as compras;
  • Reaproveite as sobras para a próxima refeição.

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