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por Vivo Seu Dinheiro

Conheça as as moedas mais caras do mundo

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A valorização de uma moeda diante da outra é determinada conforme a importância do país no mercado. Por isso, as moedas mais caras do mundo são aquelas que representam nações de grande importância no mercado internacional e que têm transações externas mais altas em curso. Países altamente ativos, como os Estados Unidos e os europeus, são os donos das moedas mais valorizadas.

As moedas mais caras do mundo

O capitalismo atual é baseado em um regime chamado de câmbio flutuante. Nele, quem determina o valor de uma moeda diante das demais é o mercado, a intervenção do governo e o interesse que as contas externas daquele país geram às demais nações. Qualquer um desses aspectos pode mudar fortemente a realidade de uma moeda e fazê-la valorizada ou desvalorizada rapidamente.

Desde o período pós Segunda Guerra Mundial, quando os Estados Unidos se tornaram potência e passaram a ganhar poder no cenário econômico internacional, é que a sua moeda passou a ser o padrão de cálculo do valor das demais moedas correntes. Por isso é que o dólar americano é uma das moedas mais caras do mundo e que sua cotação preocupa tanto os economistas.

Atualmente, o real é uma das moedas em desvalorização, apesar de ainda fazer parte das moedas mais caras do mundo, segundo a conceituada revista de economia The Economist e seu Índice Big Mac. Os estudiosos do veículo calculam a valorização das moedas conforme o valor cobrado por um sanduíche Big Mac, do McDonalds, em cada país, comparado com o dólar americano.

moedas mais caras do mundo

Dólar americano é moeda utilizada como base das demais cotações ao redor do mundo. Foto: iStock, Getty Images

O dólar é, atualmente, equivalente a aproximadamente R$ 3,25. Enquanto isso, o euro, moeda corrente da União Europeia e também uma das moedas mais caras do mundo, equivale a R$ 3,57.

Outra entre as moedas mais caras do mundo é a libra esterlina. Corrente no Reino Unido, que se separou da União Europeia recentemente, essa moeda tem câmbio equivalente a R$ 4,28, o que significa que, para cada libra gasta, você está gastando 4 vezes mais em reais.

Essas cotações têm base também na inflação do país, ou seja, no aumento dos preços gerais de bens e serviços, que diminuem o poder de compra de uma moeda. Como a inflação do Brasil é alta, em média de 7%, segundo o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) e a crise econômica e política abalou a credibilidade do país no exterior, o real sofreu desvalorização.

Se você pretende viajar ou costuma fazer compras em sites internacionais, esse talvez seja o momento de segurar os planos e evitar gastos em moedas estrangeiras. Acompanhar as variações das cotações e escolher um período de valorização do real e estabilidade é importante para que você não gaste muito mais do que pode e acabe se complicando com as finanças.

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