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por Vivo Seu Dinheiro

Aporte em previdência privada é opção para aposentadoria mais confortável

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Garantir um futuro mais tranquilo para quando for parar de trabalhar é o desejo de muita gente. Se você quer se aposentar com mais conforto, o aporte em previdência privada é uma alternativa ao seguro oferecido pelo INSS.

Para aderir, basta escolher uma empresa que ofereça esse tipo de serviço e fazer uma aplicação inicial. Não precisa ser um valor muito alto, mas o custo mínimo geral na maioria das instituições cadastradas na Superintendência de Seguros Privados (Susep) é de R$ 25,00.

A periodicidade que você irá fazer os seus aportes é variável também. É possível contribuir R$ 100 por ano, se quiser. É claro que que o valor que receberá quando começar a fazer uso dessa previdência será proporcional ao que contribuiu.

A dica é depositar quantias mensalmente. Sempre que possível, invista um valor igual ao do mês anterior e aumente esse valor na medida em que sua vida financeira ficar mais tranquila.

aporte em previdência privada

O aporte em previdência privada é uma alternativa para quem deseja se aposentar com mais conforto. Foto: iStock, Getty Images

Aporte em previdência privada e as duas tabelas de tributação

No momento em que é escolhido um plano, é importante estar atento à forma de cobrança de impostos. Independentemente da sua decisão, existem duas formas de tributação. A tabela regressiva e a progressiva.

A regressiva é indicada para quem resgatar todo o dinheiro de uma vez a longo prazo. Pois quanto mais tempo permanecer no plano, menor será a alíquota do Imposto de Renda. Já a progressiva é mais vantajosa para aquelas pessoas que querem receber a quantia investida em forma de parcelas mensais.

Os tipos de previdência privada que existem

Além do regime tributário usado, a entidade que oferece o plano de aporte em previdência privada deve também estipular em contrato qual é a modalidade escolhida. Elas são duas: a (PGBL) e a (VGBL). Veja as diferenças e qual é a mais indicada para o seu caso.

PGBL: recomendado para pessoas com renda mais alta, pois o valor pago ao plano pode ser abatido no Imposto de Renda (desde que esse valor represente até 12% de sua renda bruta anual). Porém, quando o dinheiro é sacado, o imposto pago é referente ao total que havia no fundo. Por exemplo, se esse valor for de R$ 100 mil, o imposto será cobrado sobre ele.

VGBL: é indicado para pessoas que têm renda menor e que, por isso, declaram Imposto de Renda nos formulários simplificados ou nem o declaram. Ele não pode ser abatido no IR, porém, quando o dinheiro é sacado, o imposto cobrado é referente ao que o capital investido rendeu.

Por exemplo, se a quantia que há é de R$ 100 mil, mas o rendimento que houve ao longo do plano foi de R$ 30 mil, o imposto cobrado será referente a este último valor.

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