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por Vivo Seu Dinheiro

4 perguntas que levam às melhores decisões de investimento

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Para alcançar êxito, em qualquer segmento, é preciso planejamento. Na hora de aplicar seus recursos não é diferente. As melhores decisões de investimento só são alcançadas através de organização e estratégia inicial. Esse plano não precisa necessariamente ser escrito, mas idealizado mentalmente.

Nesse momento da economia brasileira se deve focar nos investimentos de renda fixa.

Plano bem definido é a base de qualquer investimento financeiro de sucesso. Foto: iStock, Getty Images

4 questões que guiam as decisões de investimento

O mais importante, segundo o diretor comercial do portal EuQueroInvestir.com, Denys Wiese, é fazer uma reflexão acerca de quatro questões:

1. Qual é o meu objetivo de investimento? (comprar um imóvel, um carro, ter um fundo de emergência)

2. Qual é o prazo do meu investimento? (carência ou liquidez)

3. Quanto posso investir? (existe eventuais aportes)

4. Qual é o grau de risco que desejo correr? (bastante ou pouco).

Respondidas essas perguntas, você já pode pensar em investir. Segundo Wiese, essas questões independem completamente do cenário econômico no qual se vive.

“No entanto, a partir das respostas, pode-se começar a escolher os melhores investimentos em questão. E essa escolha, sim, pode depender do cenário econômico e das expectativas em relação ao futuro”, explica.

Melhores decisões de investimento em tempos de crise

No momento econômico atual do Brasil, com inflação beirando os 9%, o pessimismo em relação ao país e os juros em alta, a recomendação de Wiese é focar nos investimentos de renda fixa. “Para aproveitar, principalmente os altos juros”, justifica. “Em situações um pouco mais calmas, podemos investir em renda variável com maior tranquilidade”, completa.

Nesses casos, o Certificado de Depósito Bancário (CDB), a Letra de Câmbio (LC), a Letra de Crédito Imobiliário (LCI) e a Letra de Crédito do Agronegócio (LCA) são os investimentos mais indicados. “Eles são atrelados ao CDI/Selic e, conforme ela sobe, maiores são suas rentabilidades”, aconselha.

“Para se ter uma ideia, em um prazo de dois anos de carência (tempo em que o dinheiro não pode ser mexido), você pode encontrar investimentos que pagam 120% e até 135% do CDI (Certificado de Depósito Interbancário)”, acrescenta.

Para Wiese, como a modalidade acompanha a Selic, suas chances de rentabilidade são maiores no cenário atual. Em comparação com a poupança, por exemplo, que oferece 7% de lucro aos seus investidores, pode se conseguir mais de 14% ao ano líquidos, já com o desconto do Imposto de Renda (IR).

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Existem ainda investimentos semelhantes que são prefixados, ou seja, que você já sabe no início o quanto vai receber de rentabilidade. De acordo com Wiese, esse valor atualmente é de 13,43%, já descontado a tarifa do IR.

Seja prefixado ou pós-fixado, o mais importante para tomar as melhores decisões de investimento é ter um plano bem definido, com prazos e valores previamente estipulados. “Além disso, é preciso entender os riscos de cada aplicação e diversificar os investimentos”, afirma.

Caso não tenha o conhecimento ou segurança suficiente para começar a aplicar seus recursos, você poderá contatar um profissional especializado em investimentos. Eles podem ser encontrados, principalmente, em corretoras de valores.

 

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